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Um dos menores implantes de olhos, o iStent, já está sendo usado em pacientes no Brasil

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Tecnologia ajuda a reduzir a pressão ocular e a dependência de medicamentos do paciente com Glaucoma, doença que pode causar a cegueira. Procedimento é realizado pelo Centro Oftalmológico de Minas Gerais.

Para ver e viver melhor, o iStent, um dos menores implantes oculares do mundo, já está sendo realidade em pacientes no Brasil. O Centro Oftalmológico de Minas Gerais já realizou duas cirurgias exitosas com a aplicação do microimplante, que ajuda a reduzir a pressão ocular e a dependência do paciente de medicamentos para o glaucoma, doença silenciosa que mais causa a cegueira no mundo.

O iStent é um implante feito de titânio microscópico que mede um milímetro de dimensão – o menor dispositivo médico existente no mundo. Pertence a uma nova classe de procedimentos em Glaucoma de elevada precisão e segurança, denominada de Cirurgias de Glaucoma Minimamente Invasivas (MIGS).

Essas novas tecnologias da saúde vêm para oferecer melhor qualidade de vida a pacientes que sofram da doença, uma vez que, estudos internacionais comprovaram que apenas o uso de medicamentos não é suficiente, a longo prazo, para controle da pressão intraocular, e consequentemente do Glaucoma.

Até o momento, o iStent foi implantado em mais de 300.000 olhos em todo o mundo. No Brasil, a inovação oftalmológica foi adotada pelos oftalmologistas do Centro Oftalmológico de Minas Gerais. A maioria dos pacientes consegue manter a pressão ocular normal após o procedimento, ainda com a garantia de um perfil de segurança.

O iStent funciona da seguinte maneira: facilita a saída de um fluído denominado de humor aquoso do olho, através de uma malha esponjosa denominada Trabeculado (situado no ângulo onde a íris encontra a córnea). A técnica pode ser aplicada concomitantemente à cirurgia de catarata, uma vez que, 20% desses pacientes, também são glaucomatosos.

Por fim, os médicos acreditam que preservar a visão é agir efetivamente para a qualidade de vida das pessoas com Glaucoma, por meio de tecnologias em microescala que reduzem de forma sustentada a pressão intraocular, além da diminuição dos riscos e desafios das terapias dos tratamentos tradicionais.

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